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sábado, 30 de abril de 2011

Era uma vez o Hardware, o Software e o Peopleware...


... pai, mãe e filho moravam em uma pacata cidade chamada Enginelândia. Ao voltar da faculdade de Engenharia de Idéias Mirabolantes (EIM), Peopleware passou por um protesto muito maneiro. O pessoal que participava defendia a criação de um conselho para regulamentar a criação de idéias. Segundo eles, se a criação de idéias tornasse uma coisa mais burocrática, o outro pessoal que não estudava EIM pararia de ter idéias mirabolantes e produzi-las. O gente fina disse: “Eles podem até ter as idéias e por na lâmpada, mas sabe qual é o barato? A nossa lâmpada vai ter um selo dourado!”

Entusiasmado, o Peopleware, na mesa de jantar, resolveu abrir o jogo para a família e disse: “Pai, Mãe, me afiliei ao Partido Libertário que aprova o conselho de regulamentação do sistema fabricação em massa de idéias mirabolantes!”

O pai Hardware esbraveja: “Você? Se juntando com esse bando de circuitos de hippies! Fazem protesto, fazem escarcéu, mas nem sabe o que é idéia! E nem sabe direito o que é fábrica! Eles nem sabe pra que serve o selo dourado! Ouvi dizer que se tiver conselho, não vai ser todo mundo que vai poder colocar aquelas idéias mirabolantes que dá na cabeça dentro da lâmpada e vender... Isso é um absurdo!”

A mãe Software completa: “A gente luta para educar esses meninos de hoje, tenta ensinar a dar valor às coisas, ser pró-ativo, ágil, dinâmico! Ensinamos que na vida temos de aceitar as mudanças e crescer com elas! Que fica muito mais fácil procurar saber o que pode ser mudado antes, do que deixar a criar aquela bola de neve! Ensinamos a se comunicar melhor com as pessoas! Estou decepcionada! Você nunca falou comigo sobre isso, meu filho!”

A mãe chorou o jantar todo... Daquele momento em diante, a comida perdeu o tempero. Vocês podem ter uma idéia clara da cena ocorrida... é claro, mas provavelmente se você não se afiliar no Partido Libertário que aprova o conselho de regulamentação do sistema fabricação em massa de idéias mirabolantes, a sua idéia pode não vir em uma lâmpada de selo dourado.

Essa história é uma obra de ficção, criada por uma mente que possui lâmpadas de idéias sem selo dourado aprovado pelo Conselho de regulamentação do sistema de fabricação em massa de idéias mirabolantes (CRSFMIM). Qualquer semelhança é mera coincidência.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Resultado do sorteio: pesquisa sobre práticas de metodologias ágeis


Boa noite a todos,


Como prometido, hoje dia 30 de março de 2011, foi realizado o sorteio do livro “Agile Project Management: Creating Innovative Products (2nd Edition) do Jim Highsmith” http://amzn.to/fJjaCL, referente aos participantes do survey "Análise de práticas de metodologias ágeis".


A pesquisa obteve 245 respondentes válidos. O sorteio foi realizado no site de
http://www.sorteiospt.com. O critério utilizado para o sorteio foi o ID que cada respondente adquiria uma vez que respondesse o questionário. Para validar o sorteio foi verificado se o candidato preencheu o questionário deixando seu nome ou email.


O sorteio foi realizado às 22:00 do dia 30 de março, horário de Brasília.



O vencedor do livro foi...



Foi enviado um email para o Márcio Carlos Grott, pedindo para que ele informe seu endereço e telefone para entrarmos em contato. O prazo de resposta é de 24 horas. Caso não obtivermos contato, será realizado outro sorteio.


Os resultados da pesquisa serão divulgados no mês de maio. Mais uma vez, gostaria de agradecer a todos que contribuíram e se interessaram pela nossa pesquisa.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Se bastasse uma teoria...


... já tinham descoberto a cura do câncer, a vacina da AIDS e como fazer o meu Cruzeiro ganhar pela 3ª vez a Libertadores. 




Há tempos tenho pensado na frase do escritor francês André Gide: “Toda a teoria só é boa na condição de que, utilizando-a, se vá mais além
.”



E é verdade. Uma bela teoria só agrega mais valor quando podemos através dela experimentar e fixar conhecimento. E não há instância máxima de aprendizado que a prática.  
Há três anos tenho dedicado interesse à assuntos da área de Engenharia de Software, em especial aos processos de desenvolvimento e gerenciamento de software. Nesse período, conheci as metodologias ágeis e passei a me envolver com a metodologia Scrum.


A empolgação de encontrar coisas novas, que para mim resolvia todos os problemas do mundo, foi algo imensurável. Lia (e ainda leio) muitos artigos sobre Agile, comecei a “evangelizar” amigos e colegas, realizei uma pesquisa em um centro de desenvolvimento, que fundamentou um dos artigos que escrevi. Estava me sentindo a “Scrum-girl”. Quem disse que a vida é assim, não é?



Por volta de seis meses atrás, tive a oportunidade no laboratório de pesquisas e desenvolvimento em que eu trabalho, de iniciar um projeto de implementação de metodologias ágeis em seu processo de desenvolvimento e treinar os novos desenvolvedores na metodologia Scrum. Eu achava que era tudo muito simples, mas não é mesmo. Senti na pele a dificuldade de manter uma cultura ágil, criar maturidade em alguns processos da empresa com documentação bem objetiva, fazer com que lançássemos releases semanais, que o time se comprometesse nas reuniões e na atualização de tarefas.



E é só assim, na prática, que podemos aprender. Todo começo é baseado em tentativa e erro. Hoje, quatro meses depois do início de um projeto na filosofia ágil, é que estamos mais seguros das práticas e dos compromissos propostos na teoria.



Terminando estilo Criminal Minds (com um os atores recitando uma frase relacionada ao episódio), Jan L. A. Van de Snepscheut  dizia: “Na teoria, não há nenhuma diferença entre teoria e prática. Mas na prática há”.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

O blog

Novidade do dia: resolvi fazer um blog sobre info. Sobre informação, informática e entretenimento. Espero que gostem.